Experiência Pedagógica da Corporação 'Cultura Nómade' como processo de Extensão Universitária entre 1998-2018
DOI:
https://doi.org/10.58313/masquedos.2024.v9.n11.281Palavras-chave:
Experiência, Devir, Extensão Universitária, Memória ColetivaResumo
Esta pesquisa teve como objetivo a reivindicação da Extensão Universitária. O processo de construção textual visa reconstruir a história das experiências pedagógicas da Corporação "Cultura Nômade", uma organização sem fins lucrativos estabelecida com o objetivo de potencializar a vida cotidiana (tradições, hábitos, lugares) dos habitantes e/ou comerciantes localizados em Tunja - Boyacá; é assim que este artigo é construído a partir do processo de atividades de extensão, onde a pesquisa teórico-conceitual de documentos vivos da Corporação facilitou o entrelaçamento de sentidos e significados, permitindo assim novos caminhos. A abordagem qualitativa assume os desafios de reconstruir uma memória coletiva a partir de fragmentos narrados pelos sujeitos que intervêm na experiência; o texto narrativo permite deter-se em derivações, devires, sentidos e múltiplas interpretações presentes nas tensões de poder inerentes aos processos pedagógicos, organizativos, conceituais. Finalmente, a experiência da Corporação "Cultura Nômade" é pedagógica na medida em que foi forjada como uma organização emergente onde o fator da diversidade é uma referência política e filosófica diferente que permite aos sujeitos participantes aprenderem de forma alternativa e emancipatória, ou seja, além dos muros institucionais onde os saberes locais e populares dos territórios são importantes, pois são concebidos não a partir do ser, mas do devir, identificando algumas ressignificações a partir da memória coletiva durante esses vinte (20) anos de trabalho, percebendo algumas marcas e impressões deixadas neles, conseguindo evidenciar descobertas de tal Extensão Universitária.
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